Apaixone-se pela gastronomia única da Estrada Real

Não faltam delícias culinárias nas 199 cidades da Estrada Real. As comidas típicas conquistam os viajantes pela barriga, e cada lugar possui a sua especialidade. Aliadas à alta gastronomia, são pratos cheios para quem gosta de se aventurar por novos sabores. Não é à toa que o universo tão plural da culinária mineira abriga eventos como o Festival Internacional de Gastronomia de Tiradentes.

Navegue pelo mapa abaixo e descubra atrações
e sabores que você só encontra na melhor rota
gastronômica do país.
A Estrada Real tem na gastronomia uma de suas maiores atrações. São receitas, pratos e quitutes apreciados por todos. Muitos deles produzidos artesanalmente e com ingredientes únicos.

E é justamente para valorizar toda essa riqueza que surgiu o Terroirs Estrada Real. Uma iniciativa que está selecionando e mapeando os terroirs encontrados ao longo da Estrada. Tanto em Minas Gerais, quanto no Rio de Janeiro e São Paulo.
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CURIOSIDADES E “CAUSOS”

O sal de São João
São João del-Rei – MG
O doce de canudo da Maria Marta
Glaura – MG
O ouro negro de Sabará
Sabará – MG
Os vinhos de Catas Altas
Catas Altas – MG
Distrito do Tabuleiro
Conceição do Mato Dentro – MG
A origem do pastel de angu
Itabirito – MG
O sal de São João
A cidade era a maior vendedora de sal da província de Minas Gerais. Ele era refinado e trazido do Rio de Janeiro dentro de malas nos lombos de cavalos. Só passou a vir dentro de vagões fechados depois de 1881, quando a rede ferroviária foi inaugurada.
O doce de canudo da Maria Marta
Na praça central de Glaura, distrito de Ouro Preto, a placa mais procurada está pendurada em frente à igreja matriz, na parede da casa de Maria Marta Carvalho: “Vende-se doce de canudo”. Há quarenta anos, pelo menos uma vez por semana, ela prepara uma massa, enrola na taquara-do-reino (uma planta parecida com bambu) e leva ao forno de lenha. Assim são feitos os canudinhos. Para produzir o recheio, Maria Marta mexe o leite no tacho de cobre por cinco horas seguidas até que se transforme no delicioso doce de leite.
O ouro negro de Sabará
Sabará é um grande produtor de jabuticaba do país, e a fruta sempre foi utilizada na culinária local. Daí surgiu a ideia de realizar o Festival da Jabuticaba, que acontece na época da safra (entre outubro e dezembro) todos os anos. No Festival, é vendida a fruta em si, seus derivados – o licor, a geleia, o vinho – e várias iguarias criadas conforme a imaginação de cada doceira: compota, cachaça e molho, por exemplo. A fabricação dos produtos é artesanal, o que ressalta todo o sabor da fruta, capricho e requinte da tradicional culinária sabarense.
Os vinhos de Catas Altas
Com a exploração das minas de Catas Altas, o esgotamento de ouro foi inevitável e deixou o arraial praticamente abandonado. Até que, em 1868, chega o Monsenhor Manuel Mendes Pereira de Vasconcelos para ser o vigário do arraial e logo percebe o estado em que o lugar se encontrava. Monsenhor Mendes decide, então, ensinar ao povo o passo a passo da fabricação de vinhos. Depois de algum tempo, o padre acaba ganhando a mídia nacional e faz Minas Gerais sair do anonimato na produção de vinhos, o que colaborou para que a população elevasse sua autoestima. O vinho de Jabuticaba, que é fabricado e comercializado hoje na cidade, surgiu quase 80 anos depois do vinho de uva, em 1949.
Distrito do Tabuleiro
Diz a lenda que o nome Tabuleiro vem das mulheres da vila que iam para os povoados vizinhos equilibrando em sua cabeças os “tabuleiros” repletos de quitandas (bolos, doces, roscas, pães de queijo) que faziam para vender. Quando chegavam em Conceição, era comum as pessoas dizerem “lá vêm as mulheres do Tabuleiro”.
A origem do pastel de angu
Segundo a história oral e informal, os escravos não tinham direito de comer carne nas senzalas. Para driblar essa imposição, as mulheres que trabalhavam nas cozinhas das grandes fazendas faziam um bolinho de fubá, no formato parecido de um pastel, escondiam pedaços de carne dentro dele e colocavam para assar nos fornos à lenha e levavam para a senzala. Hoje, em bares e restaurantes da Estrada Real, os pasteizinhos de angu fazem sucesso nos cardápios.
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